O filme é uma provocação que permeia o momento vivido pelos habitantes da vila de Luanda/Brasil, suas descobertas e discussões, costuradas aos relatos e diálogos que refletem como lidam com o conceito da democracia racial e seu enfrentamento no calor diário da convivência, intercalados aos depoimentos de membros de comunidades de alguns países africanos, os quais, tenham sofrido com a atividade mercantil escravocrata e vivido sob a pressão colonialista, principalmente, para conhecer a sua visão da atual situação do negro num país plural como o Brasil, incitando a reflexão sobre a preservação das tradições, mutações e miscigenações da cultura.
Luanda em Preto e Branco, não busca elucidar questões éticas ou étnicas, é uma provocação a reflexão, onde as conclusões podem aflorar internamente, sem pretensões de interferir nos movimentos externos.


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